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		<title>Indenizações às elétricas devem ser tributadas</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Aug 2013 17:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Área Contabil]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Marca da gestão Dilma Rousseff, a redução da conta de luz promete gerar uma disputa judicial entre a Receita Federal e as empresas do setor elétrico que aderiram à renovação antecipada das concessões. A Receita Federal sinalizou que vai exigir Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre as indenizações, pagas desde janeiro. Até junho, o governo havia repassado R$ 10,4 bilhões por meio da Eletrobras.</p>
<div align="justify">
<p>Fontes do governo classificam a cobrança como &#8220;inevitável&#8221; e preveem que a discussão será levada à Justiça. Procurados pelas concessionárias, advogados têm sido unânimes contra a tributação. &#8220;Acho muito difícil que a discussão não vire litígio&#8221;, diz o tributarista Igor Mauler Santiago, do Sacha Calmon Misabel Derzi Consultores e Advogados.</p>
<p>Para a advogada especialista em regulação no setor de energia, Maria João Rolim, os critérios do governo para definir as indenizações já são questionáveis. &#8220;Se a pretensão de tributar se confirmar, o prejuízo seria ainda maior, o que certamente geraria uma reação por parte das empresas&#8221;, afirma a sócia do escritório Rolim, Viotti &amp; Leite Campos Advogados.</p>
<p>Anunciados em setembro pela presidente Dilma, os descontos de 18% na conta de luz para as residências e de 32% para as indústrias só foram possíveis com a adesão das empresas à renovação antecipada das concessões. Os contratos venceriam entre 2015 e 2017. Em contrapartida à renovação, o governo se comprometeu a pagar uma indenização pelos ativos e investimentos ainda não depreciados e amortizados pelas companhias.</p>
<p>Segundo advogados, a tributação também poderá afetar a indenização das empresas que não aderiram ao plano e perderão o direito de concessão antes da renovação do contrato por mais 20 anos, a que tinham direito pela regra antiga. É o caso da Companhia Energética de São Paulo (Cesp).</p>
<p>Para a Receita Federal, a indenização é receita não operacional das concessionárias de energia. Logo, geraria ganho de capital tributado pelo IR e CSLL com alíquota de 34%. &#8220;A nosso ver não se trata materialmente de uma indenização, mas sim de alienação de ativo sujeita à tributação&#8221;, diz, em nota enviada ao Valor, José Carlos Sabino Alves, chefe da Superintendência da 7ª Região Fiscal da Receita (RJ e ES).</p>
<p>A pedido de empresas, o Fisco explicitou a orientação por meio de duas soluções de consulta. A primeira foi publicada pela 7ª Região Fiscal, em 30 de abril. Em 25 de julho, a 4ª Região Fiscal (AL, PB, PE e RN) editou orientação no mesmo sentido. Em Brasília, o entendimento no Ministério da Fazenda é de que não haveria previsão legal para isentar as indenizações. Segundo as soluções, a tributação de 34% seria sobre a diferença entre a indenização paga e o valor contábil do bem.</p>
<p>O Ministério de Minas e Energia, porém, estaria &#8220;simpático&#8221; à causa das concessionárias, segundo o diretor-executivo da Associação Brasileira das Grandes Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate), César de Barros Pinto. &#8220;A Fazenda, entretanto, está jogando do lado do Tesouro Nacional&#8221;, afirma. Nenhuma empresa de transmissão recebeu indenização, por enquanto. Também não há, segundo Pinto, estratégia uniforme das associadas contra a cobrança. &#8220;A medida a ser adotada dependerá do valor da indenização e do impacto da tributação para cada uma.&#8221;</p>
<p>Os escritórios de advocacia já traçaram teses para derrubar a cobrança. Alguns tributaristas defendem que as indenizações são, de fato, destinadas à recomposição do patrimônio das concessionárias. &#8220;Os ativos nunca foram das empresas. São da União e concedidos por um período para que as elétricas prestem um serviço&#8221;, diz Livia De Carli Germano, do escritório Lobo &amp; de Rizzo Advogados.</p>
<p>Outros tributaristas defendem que a entrega dos ativos à União tem natureza de desapropriação. Dessa forma, as indenizações pagas por investimentos não amortizados não se sujeitariam à tributação pelo IR e CSLL. &#8220;O Superior Tribunal de Justiça é contra a tributação exatamente por entender se tratar de mera reposição do patrimônio desapropriado&#8221;, afirma o Frederico Fonseca, do Rolim, Viotti &amp; Leite Campos Advogados. &#8220;Com outra interpretação, a Receita estaria descumprindo o conceito dessa indenização&#8221;, completa Maurício Faro, do escritório Barbosa, Müssnich &amp; Aragão Advogados.</p>
<p>O chefe da Superintendência da Receita no Rio de Janeiro, José Carlos Sabino Alves, discorda. &#8220;Apesar de formalmente chamada de reversão indenizada e impropriamente denominada indenização, nem a lei nem o contrato a menciona como decorrente de desapropriação&#8221;, diz em nota.</p>
<p>Com uma possível cobrança, as empresas teriam, segundo advogados, três alternativas: recolher os tributos, esperar a autuação do Fisco para depois questioná-la administrativamente ou entrar com mandado de segurança preventivo contra a exigência.</p>
<p>Por ora, as elétricas estão livres apenas do pagamento de PIS e Cofins sobre as indenizações. A Receita entende que as contribuições sociais podem ser exigidas. Mas o governo reduziu as alíquotas a zero, por meio da Medida Provisória nº 612, que alterou a Lei nº 12.783, de 11 de janeiro de 2013, que permitiu os descontos nas contas de luz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Secretário diz que Cesp não vai aceitar cobrança</strong></p>
<p>Daniel Rittner</p>
<p>A estatal paulista Cesp, que rejeitou a proposta do Ministério de Minas e Energia para renovar suas concessões de usinas hidrelétricas, pretende questionar nos tribunais qualquer tentativa da Receita Federal de cobrar tributos sobre as indenizações que vão ser pagas pela União. &#8220;A Cesp tem que defender os interesses de seus acionistas&#8221;, diz o secretário estadual de Energia de São Paulo, José Aníbal, lembrando que a empresa tem uma parcela de suas ações nas mãos de investidores privados. &#8220;Não dá para aceitar essa gestão confusa e autocrata do governo federal no setor elétrico&#8221;, acrescenta Aníbal.</p>
<p>De acordo com o secretário, a estatal decidiu não ir à Justiça contra o fim da concessão da usina de Três Irmãos. O contrato original da hidrelétrica venceu em 2011 e ela tinha a expectativa, pela lei anterior, de prorrogá-lo por mais 20 anos. A nova legislação mudou esses termos e ela só obteria um novo período de concessão caso diminuísse substancialmente o valor de sua tarifa.</p>
<p>Aníbal deixa claro, no entanto, que a Cesp não abre mão de contestar o valor da indenização pelos investimentos não amortizados. Nos cálculos da empresa, o valor é de R$ 3,5 bilhões. A União diz que a estatal só tem R$ 1,7 bilhão a receber. Esse cálculo, em si, já tende a parar na Justiça, segundo o secretário. Questionado sobre a intenção da Receita Federal em tributar o valor proposto pelo governo, com Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro Líquido, ele se indigna: &#8220;Nós vamos questionar isso&#8221;.</p>
<p>Além de rejeitar a cobrança do Fisco, Aníbal sugere à Eletrobras fazer o mesmo. &#8220;Chega de ser capacho&#8221;, afirma o secretário paulista, lembrando que a empresa &#8211; controlada pela União &#8211; contrariou acionistas minoritários ao aceitar a proposta de renovação das concessões. Para ele, a tributação sobre o valor das indenizações é &#8220;mais um exemplo de que o governo [federal] dá com uma mão e tira com a outra&#8221;.</p>
<p>A Cesp alega que a construção de uma eclusa na usina e de um canal no município de Pereira Barreto, além da compra de uma fazenda nas imediações da hidrelétrica para a preservação da mata nativa, precisam ser levadas em conta nas indenizações.</p>
<p>Procurada pelo Valor, a Eletrobras informou que não recebeu nenhuma cobrança da Receita até agora, portanto não ia se pronunciar. Segundo fonte da empresa, além dos R$ 14,4 bilhões de indenizações já definidas, espera-se um acréscimo de R$ 8,3 bilhões pelos ativos anteriores a 2000 na área de transmissão.</p>
</div>
<p><i>Fonte: Valor Econômico</i></p>
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		<title>Fundo do poço foi superado&#8217;, diz Mantega sobre PIB</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Aug 2013 17:47:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Mantega falou nesta sexta-feira (30) em São Paulo O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta sexta-feira (30) que o pior da crise internacional já passou e que o &#8220;fundo do poço foi superado&#8221;. &#8220;O pior passou, o fundo do... <a href="http://vscontabilidade.com.br/?p=75" class="read-more">Saiba Mais &#8250;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mantega falou nesta sexta-feira (30) em São Paulo</p>
<p>O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta sexta-feira (30) que o pior da crise internacional já passou e que o &#8220;fundo do poço foi superado&#8221;.</p>
<p>&#8220;O pior passou, o fundo do poço foi superado, estou falando não só no Brasil, mas no mundo como um todo. O mundo caminha junto e daqui para a frente é uma expansão&#8221;, disse, ao comentar os resultados do PIB do 2º trimestre. &#8220;Estamos numa trajetória de recuperação do crescimento que vai persistir nos próximos anos&#8221;, acrescentou.</p>
<p>A <a href="http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/08/economia-brasileira-cresce-15-no-2-trimestre-diz-ibge.html">economia brasileira cresceu 1,5% no segundo trimestre deste ano,</a> na comparação com os três meses anteriores, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o melhor resultado desde o primeiro trimestre de 2010, quando a alta foi de 2%. No primeiro trimestre de 2013, a alta foi de 0,6%. O destaque neste segundo trimestre foi para agropecuária, com crescimento de 3,9% ante o primeiro, seguida por indústria, com alta de 2%, e serviços, com alta 0,8%.</p>
<p><strong>Rota de recuperação</strong><br />
Mantega destacou que a economia brasileira está crescendo, apesar do cenário internacional adverso. &#8220;E estou achando que tem ligeira melhora do cenário internacional e vai melhorar em 2014&#8243;, avaliou.</p>
<p>&#8220;Estamos na rota da recuperação econômica. As medidas que o governo vêm tomando nos últimos anos têm resultado positivo. A redução dos juros, de custos, tudo isso está traduzindo melhoria da economia&#8221;, afirmou.</p>
<p>Apesar do resultado acima do esperado no segundo trimestre, o ministro não quis fazer previsões. “No momento nós não vamos fazer revisão da taxa de crescimento. Nós vamos esperar o resultado do mês de julho, agosto, setembro, até o final do ano, para termos uma posição mais firme”.</p>
<div id="6038"></div>
<p>Ele disse, contudo, que não se trata de um crescimento “voo de galinha”, como dito por alguns especialistas. &#8220;Nós tivemos uma desaceleração, em 2011, 2012. Em 2011 foi um crescimento de 2,7%, 2012 foi um ano mais fraco. E, de fato, a partir desse ano mais fraco, nós estamos numa trajetória de recuperação do crescimento que vai persistir nos próximos anos.”</p>
<p>Mantega disse acreditar que o país pode voltar às taxas de crescimento do &#8220;passado recente&#8221;. Segundo ele, de 2003 a 2012 a nossa taxa média de crescimento foi próxima dos 4%. &#8220;Nós vamos voltar para esse patamar em torno de 4% como crescimento médio a partir do próximo ano.&#8221;</p>
<p>Mantega salientou, anda, que as projeções de crescimento menor para o segundo trimestre eram pessimistas, salientando que talvez faltasse confiança no país. De acordo com ele, essa confiança pode ser retomada daqui para a frente, com o resultado do 2º trimestre.</p>
<p>O ministro ressaltou, contudo, que o consumo das famílias teve um crescimento moderado e menor em termos históricos, com relação à performance de outros períodos, mas estimou recuperação.</p>
<p>“Estamos tendo um crescimento de qualidade no segundo trimestre. Esse crescimento é puxado pelo investimento, puxado pela agricultura, pela indústria. O consumo está crescendo menos e tende a acelerar nos próximos meses”, disse.</p>
<p>Para Mantega, o país caminha para um ano com um bom desempenho da formação bruta de capital fixo (que é o termômetro de investimentos). “Significa a compra de máquinas, equipamentos, de material agrícola, industrial. Significa que a indústria brasileira está se modernizando e vai aumentar a sua produtividade”.</p>
<p><strong>Comparação com a economia internacional</strong><br />
O ministro comparou o crescimento nacional no segundo trimestre com o de outras economias e disse que o Brasil se destaca. “Em relação aos Brics, o Brasil ficou na segunda posição. A China cresceu mais, como de costume, teve crescimento anualizado de 6,9% e nós de 6% no segundo trimestre”, disse.</p>
<p>Na avaliação de Mantega, como está havendo ligeira melhora do cenário internacional, o Brasil tende a crescer mais nos próximos anos.</p>
<p>“Vamos continuar com esse crescimento moderado até o final do ano. É claro que isso não é uma reta linear, temos um mês melhor, outro pior. O que interessa é que a trajetória é ascendente. E um 2014 mais promissor devido à melhoria que poderá haver ou que está havendo no cenário internacional. Está havendo ligeira melhora no cenário internacional, que vai se firmar mais em 2014. Com crescimento maior do comércio internacional, de países europeus”, completou.</p>
<p><strong>Construção e investimentos em alta</strong><br />
No segundo trimestre na comparação com o primeiro, todos os subsetores que formam a indústria apresentaram resultados positivos, com destaque para o desempenho da construção civil, que cresceu 3,8% &#8211; a maior expansão desde o segundo trimestre de 2010, quando foi de 4%.</p>
<p>A indústria de transformação apresentou crescimento de 1,7%, seguida pela extrativa mineral (1%) e por eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (0,8%).</p>
<p>O investimento, denominado no PIB como formação bruta de capital fixo, teve alta de 3,6%. Apesar da expansão, houve desaceleração sobre o crescimento de 4,7% do trimestre anterior.</p>
<p>Dentro de serviços, o subsetor comércio é destaque, com alta de 1,7%. Demais atividades também cresceram no péríodo: intermediação financeira e seguros (1,1%), transporte, armazenagem e correio (1,0%), serviços de informação (0,9%), outros serviços (0,7%) e atividades imobiliárias e aluguel (0,7%). O subsetor de administração, saúde e educação pública manteve-se praticamente estável, com variação positiva de 0,1%.</p>
<p>A despesa de consumo das famílias e a despesa de consumo da administração pública apresentaram crescimento de 0,3% e 0,5%, respectivamente, no período.Com relação ao setor externo, as exportações de bens e serviços cresceram 6,9% e as importações aumentaram em menor ritmo: 0,6%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/08/fundo-do-poco-foi-superado-diz-ministro-sobre-pib.html" target="_blank">Globo.com</a></p>
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